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22 | Junho

IBD

publicado em 22/06/2018

IBD Certificações aparece como a empresa mais lembrada no setor de orgânicos em pesquisa do Sebrae.

Anúncio foi feito em primeira mão durante palestra na Bio Brazil Fair, maior feira da América Latina no ramo, realizada entre 6 e 9 de junho, em São Paulo. Cosméticos, fair trade e importados foram destaque e surpreenderam.



O IBD Certificações esteve presente na Bio Brazil Fair, a maior feira de orgânicos da América Latina, entre os dias 6 e 9 de junho.
 
O evento, realizado no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, foi um grande sucesso. Além dos diversos potenciais clientes interessados nos serviços que surgiram durante o encontro, a empresa apareceu como a mais lembrada no ramo de produtos orgânicos, em pesquisa realizada pelo Sebrae e anunciada em primeira mão durante uma palestra do órgão.
 
O estudo, inédito no segmento, foi realizado com 1.142 atores da cadeia produtiva de orgânicos no Brasil. O objetivo foi conhecer o perfil e os desafios do produtor orgânico do país, com o intuito de qualificar as ações e políticas para a área.
 
Além da liderança do IBD como a instituição mais lembrada no segmento de orgânicos, outra conclusão da pesquisa é de que o principal mecanismo de controle da produção são as certificações. Mais detalhes podem ser vistos no link https://goo.gl/Lnw38d.
 
“Uma das coisas que identificamos foi a importância que o consumidor dá para esses produtos e também aonde o produtor comercializa os orgânicos. A venda direta e os empórios ainda são os canais de comercialização prioritários, por exemplo. E em termos de instituições reconhecidas, como as principais que vêm à mente quando se fala em produção orgânica, o IBD foi a principal citada como referência”, afirma Luiz Rebellato, Coordenador de Agroecologia e Produção Orgânica do Sebrae Nacional.
 
De acordo com o diretor executivo do IBD, Alexandre Harkaly, a participação na Bio Brazil Fair foi muito importante. “Este é o maior evento do segmento de orgânicos no país, que vem crescendo muito nos últimos anos. [Foi importante] tanto pelo contato com os clientes atuais, com manutenção do contrato e evolução dos projetos de certificação, como por novos
contatos com o público em geral”, afirma.
 
Harkaly cita também a participação da instituição na área de produtos naturais. “Além dos orgânicos, nós também fazemos certificações de cosméticos com o selo de ingredientes naturais. Neste ano, um dos destaques da feira é o segmento de cosméticos, que vem ascendendo significativamente. E isso é muito interessante pois mostra um tremendo potencial do setor para oferecer o item para o público brasileiro”, diz.
 
A área de fair trade (“comércio justo”, na tradução literal) – que busca contribuir para o desenvolvimento sustentável e destacar o comércio feito com qualidade, estabelecendo diretouma relação ética entre o produtor e o comprador – também vem mostrando bons números. “O conceito do orgânico vai se expandindo e agregando novos conceitos em diferentes setores”, aponta Harkaly.
 
Clientes
O gerente dos Orgânicos Itajá, da Jalles Machado, Henrique Siqueira, comentou sobre a parceria com o IBD dentro do fair trade.
 
“Nós acreditamos muito nesta área. Estamos trabalhando com eles desde os primórdios, quando o IBD lançou o selo EcoSocial (hoje Fair Trade IBD). Nós queríamos que o comércio justo passasse a ter o mesmo valor que tem no exterior, pois achamos que o produto orgânico deve ser justo com a comunidade em que se insere. Ou seja, ele não tem que gerar benefício apenas para a empresa, mas para todos que participam”, afirma.
 
Siqueira conta também que o conceito de fair trade foi inserido dentro da produção da Jalles  por conta do IBD. “Temos clientes muito importantes nos Estados Unidos, que vendem os  produtos com o selo na embalagem para grandes cadeias de supermercado”, conta.
 
Maria José Ferri, gerente do Almanati, do setor de cosméticos, afirma que a certificação do IBD é muito importante. “A certificação nos dá critérios e parâmetros para a gente escolher os ingredientes que utilizamos. Serve também para avaliar a cadeia produtiva e os fornecedores de matéria prima. Então, ele nos dá muita segurança para verificar a qualidade do produto”,
diz.
 
De acordo com Rafaelle Sabatini, gerente do Alce Nero, empresa italiana exportadora de mercadorias para o Brasil, a certificação de orgânico mostra que o alimento é de qualidade. “Com ele, o consumidor pode saber que não há utilização de produtos químicos e nem pesticidas, permitindo-o se alimentar de maneira mais saudável”, declara.
 
Para o diretor do Bejo Sementes do Brasil, Paulo Christians, a regulamentação de sementes orgânicas no Brasil leva tempo.
 
“Fomos buscar no IBD a certificação de acordo com a legislação do país. Este é um processo complicado, pois precisa de auditores que possam certificar  campos de produção de sementes no exterior de acordo com a legislação brasileira. Mas graças ao bom trabalho e dedicação do IBD, conseguiram treinar pessoal na Europa e estamos agora com as primeiras sementes orgânicas produzidas no exterior, certificadas pela regulamentação brasileira”, finaliza.

Fonte: Assessoria em Comunicação 4 Toques

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