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22 | Maio

IBD

publicado em 22/05/2017

Green Rio 2017 movimenta R$ 10 milhões para economia verde


 
Painéis de bioeconomia com a presença de delegação alemã foram os grandes destaques do evento
 
A Marina da Glória recebeu entre os dias 11 e 13 de maio a 6ª edição do Green Rio, evento de economia verde e do setor orgânico, reconhecido como plataforma para negócios sustentáveis. Os cerca de 70 expositores comprometidos com alimentação e produção sustentável e bioeconomia receberam mais de 3 mil visitantes. A feira somou um volume de R$ 10 milhões para o setor, volume 20% maior que o alcançado com as rodadas de negócios de 2016.
 
Neste ano, o tema central do evento foi a bioeconomia, que movimenta no mercado mundial 2 trilhões de euros e gera cerca de 22 milhões de empregos. O grande destaque ficou por conta das conferências com palestrantes internacionais e brasileiros que aconteceram ao longo do evento. No primeiro dia, o francês Jean Luc Anesel, presidente do maior cluster de cosméticos da União Europeia, Cosmetic Valley, apresentou ao público o conceito de Cosmetopeia, que tem o objetivo de criar um registro completo de todas as plantas e conhecimentos tradicionais utilizados para fins cosméticos.
 
No segundo dia, houve muita discussão sobre bioeconomia e os desafios para os produtores rurais e também foi apresentado um panorama do setor na América Latina e Caribe. Já o Sebrae mostrou as iniciativas de bioeconomia que estão apoiando em todo o país. Também entrou em pauta o empreendedorismo jovem. A organizadora do evento, Maria Beatriz Costa, aproveitou para lembrar que o Green Rio estava com um espaço dedicado para startup de bioeconomia, que entre outros produtos estava apresentando uma prancha de stand up paddle, produzida com garrafas pet.
 
Cerca de 200 pessoas lotaram a plateia no último dia de evento para prestigiar a apresentação de uma delegação vinda diretamente da Alemanha, que precedia um workshop para discutir potenciais parcerias entre os dois países no cenário da bioeconomia, com destaque para Florestas, Orgânicos, Biomassa e Bioenergia.
 
Muito simpáticos, os alemães começaram se desculpando pelos 7 a 1 que eliminou o Brasil da última Copa do Mundo e afirmaram que o Brasil vai retribuir no futuro. A delegação, liderada pelo diretor de bioeconomia e florestas do Ministério da Agricultura da Alemanha, Clemens Neumann, explicou que o conceito de bioeconomia para eles é transversal, vai além do setor econômico. Os projetos envolvem governo, consumidores, parceiros e setor privado. Para implementação da estratégia intitulada "Bioeconomia 2030", o governo federal alemão disponibilizou 2,4 bilhões de euros para a pesquisa. E o Brasil é visto como um parceiro importante para a cooperação internacional em educação e pesquisa.
 
Beatriz também fez referência ao placar do jogo na Copa do Mundo, mas para fazer uma analogia com a questão da bioeconomia nos dois países. "Em vez de retribuir o resultado, vamos jogar juntos esse jogo. Assim teremos um grande campeão", disse.
 
A última palestra foi dedicada à Alimentação Saudável. Entre os participantes estava o ator Marcos Palmeira, dono de uma fazenda que produz e vende alimentos orgânicos. Ele garantiu: "se as escolas onde estudam os filhos de produtores agrícolas comprassem os alimentos desses pais já seria um ganho enorme para todos", conta. O dinamarquês Bent Mikkelsen contou que na Dinamarca eles fazem uma ligação entre o hábito alimentar e o aprendizado. Deu o exemplo de um aplicativo que remete a um Pokemon Go, em que as crianças brincam de caçar alimentos saudáveis. "O importante é criar o hábito", explicou.
 
No primeiro dia, em parceria com a Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA), com a presença de compradores internacionais. No segundo dia, em parceria com Rio Alimentação Sustentável e caterings que participarão dos Jogos Olímpicos. E no terceiro dia, em parceria com o programa Sebrae no Pódio que capacitou pequenas e médias empresas para o fornecimento dos Jogos 2016.Segundo Maria Beatriz Martins Costa, coordenadora do Green Rio, as rodadas somarão um volume de R$ 8 milhões para o setor, volume 30% maior que o alcançado em 2015.
 
Sobre o Green Rio
 
O Green Rio teve sua primeira edição em 2012, quando foi um side-event da Rio+20. Ao longo desses cinco anos, o evento se firmou como plataforma de negócios sustentáveis que reúne expositores, palestrantes e representantes da economia verde e do setor orgânico. Em rodadas de negócios, o Green Rio já movimentou até hoje em suas quatro edições mais de R$ 8 milhões.
 
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